Dor torácica e emergência

Escore de Wells (embolia pulmonar)

Estima a probabilidade clínica de tromboembolismo pulmonar e orienta entre D-dímero e angiotomografia.

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  • Revisado pelo Dr. Esdras Prado

Como é calculado

Soma dos pontos: sinais de TVP 3 · TEP mais provável 3 · FC > 100 1,5 · imobilização/cirurgia 1,5 · TVP/TEP prévio 1,5 · hemoptise 1 · câncer 1.

Interpretação

PontosModelo de 2 níveisModelo de 3 níveis
< 2TEP improvável (≤ 4)Baixa (~1,3%)
2 a 4TEP improvávelModerada (~16,2%)
4,5 a 6TEP provável (> 4)Moderada
> 6TEP provávelAlta (~40,6%)

Dicas para o cardiologista

  • TEP improvável (≤ 4): peça D-dímero; se negativo (ou abaixo do corte ajustado para a idade após os 50 anos: idade × 10 ng/mL), o TEP está afastado.
  • TEP provável (> 4): vá direto para a angiotomografia de tórax; não use D-dímero para excluir.
  • Em baixa probabilidade, os critérios PERC podem dispensar até o D-dímero.
  • Instabilidade hemodinâmica muda o fluxo: ecocardiograma à beira do leito e tratamento imediato.

Fontes e referências

  1. Wells PS et al. Derivation of a simple clinical model to categorize patients probability of pulmonary embolism. Thromb Haemost, 2000. Acessar ↗
  2. Konstantinides SV et al. 2019 ESC Guidelines for the diagnosis and management of acute pulmonary embolism. Eur Heart J, 2020. Acessar ↗

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